Críticas | Godzilla e Kong: O Novo Império

“Godzilla e Kong: O Novo Império” estreou hoje, 28 de março, nos cinemas brasileiros.

Godzilla e Kong: O Novo Império
Foto: Reprodução

O universo dos monstros da Legendary está cada vez mais ousado, despertando novos Titãs conforme a Monarch analisa essas criaturas. Iniciado em 2014 com Godzilla, e inspirado nas personagens criadas pela Toho Co., esse universo saiu dos cinemas e ganhou novos enredos na série disponível no catálogo da Apple TV+.

Sequência de Godzilla vs Kong, de 2021, Godzilla e Kong: O Novo Império é centrada exatamente nessa busca pelas novas espécies. Com Kong praticamente sozinho na Terra Oca, situações levam o gorila a se unir com Godzilla para parar um líder tirânico e poderoso, banido por suas tendências destruidoras. Além disso, o público descobrirá mais sobre as origens desses Titãs e a Ilha da Caveira.

Com retorno de nomes já estabelecidos na franquia, como Rebecca Hall, Brian Tyree Henry e Kaylee Hottle, o filme dirigido por Adam Wingard, é a pura destruição. A exploração das origens desses monstros é fundamental para ganhar força dentro desse escopo criado ainda no século XIX. O tema de pertencimento é também parte central do longa-metragem, tanto envolvendo Kong quanto Jia (que se sente cada vez mais deslocada no mundo como a única sobrevivente dos Iwi).

A história escrita por Terry Rossio, Simon Barrett e Jeremy Slater possui camadas simples, com os eventos do enredo acontecendo em um período curto e dinâmico para que o público seja levado em uma jornada frenética. Além disso, o filme abusa de seus efeitos visuais para a criação da destruição de tantos espaços históricos, se destacando pela em escala global em uma caçada pelo entendimento sobre o que está acontecendo com o equilíbrio dos Titãs.

Durante os 115 minutos, o longa-metragem de Wingard abre espaço para novas sequências – ou filmes derivados e que aprofundem a mitologia estabelecida. Às vezes, em momentos que envolvem a viagem à Terra Oca, o psicodélico é exacerbado, mas fundamental para o efeito desejado, principalmente para mostrar o lado inebriante do leigo, de personagens que agem como o público dentro da narrativa.

No fim, Godzilla e Kong: O Novo Império mergulha cada vez mais dentro da franquia e nesse universo da Toho Co., se destacando pela determinação de agregar mitologia. A história não é extremamente densa, passando muito por explicações para que o enredo flua e seja facilmente entendível para quem já conhece ou não as histórias. A destruição é o destaque principal dentro da parceria entre Godzilla e Kong – e até outros Titãs e humanos que se juntam a proteção do equilíbrio entre superfície e Terra Oca, sendo fundamental para o que podemos esperar no futuro.

Godzilla e Kong: O Novo Império estreou hoje, 28 de março, nos cinemas brasileiros.

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