Críticas | Super Mario Bros. – O Filme

“Super Mario Bros. – O Filme” estreia amanhã, 5 de abril, nos cinemas brasileiros.

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Foto: Reprodução

Se você cresceu na década de 1990, os jogos da franquia Super Mario Bros. eram sagrados para aqueles que se aventuravam nos vídeo-games. Seja enfrentar o Bowser e seus capangas, ou vencer os jacarés para retomar o poder da ilha de Donkey Kong, os jogos da Nintendo moldaram diferentes gerações que aprenderam, através deles, a apreciar jogos.

Três décadas após o lançamento do fiasco (e abominável) filme live-action, Super Mario Bros. retorna aos cinemas em uma animação que encherá os olhos com referências das produções da Nintendo – mesmo para jovens apreciadores das franquias. Mostrando os encanadores e irmãos Mario e Luigi em um aventura pelo Reino dos Cogumelos, Super Mario Bros. – O Filme não deseja ser grande diferencial dentro das animações – apenas uma caleidoscópica imersão ao universo.

Após serem sugados, sem querem, pelos canos verdes, Mario e Luigi estão separados pela primeira vez. Enquanto Mario encontra Toad e Princesa Peach, e precisa superar obstáculos com cubos amarelos, plantas carnívoras e koopas, Luigi acaba entre os prisioneiros de Bowser, a tartaruga maligna que está buscando a destruição total com seu exército e capangas.

Para os mais aficionados pela franquia, talvez faltem aparições de alguns personagens – que ganharam mais destaque recentemente. Mas, mesmo assim, Super Mario Bros. – O Filme sabe quais lugares sentimentais atingir, incluindo trilha sonora dos jogos que faz parte do imaginário. A presença de Donkey Kong, por exemplo, mostra uma delicadeza em saber a origem de ambos personagens, e como o antagonismo entre os dois funcionavam.

A nostalgia é a chave para o filme animado funcionar e buscar seu espaço para possível sequência (algo provável caso faça sucesso considerável). E, mesmo que não tenha originalidade em sua “história de origem”, o longa-metragem dirigido por Michael Jelenic e Aaron Horvath sabe entreter o suficiente em seus 92 minutos de duração.

No fim, Super Mario Bros. – O Filme é uma reverência aos jogos da Nintendo, ao Reino dos Cogumelos, aos koopas e outras criaturinhas que ameaçam os Toads coloridos. É saber que não há outras produções cinematográficas a ser alcançada, que sua existência é celebrada e que canos coloridos (e alguns blocos amarelos) capazes de levar a diferentes universos é o que realmente importa.

Super Mario Bros. – O Filme estreia amanhã, 5 de abril, nos cinemas brasileiros.

Nota:

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