Críticas | Moonage Daydream

“Moonage Daydream” estreia amanhã, 15 de setembro, nos cinemas brasileiros.

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Documentário é recorte da trajetória de David Bowie. (Foto: Reprodução)

É improvável que você não conheça alguma música de David Bowie (1947-2016), ícone da indústria musical, audiovisual e que trouxe reinvenções do gênero em suas diferentes facetas. Moonage Daydream, documentário escrito, dirigido e produzido por Brett Morgen, conhecemos mais sobre suas quebras de padrões e a busca pelo novo.

Com um início sobre o tempo, o filme não traz uma cronologia exata, explorando principalmente entre as décadas de 1970 e 1990, e apenas com imagens inéditas de shows, de entrevistas e suas inquietudes. Em 135 minutos, Moonage Daydream transcende sobre o músico, o ator, o pintor, mostrando que sua voz extrapolou o século XX e caminha no século XXI como temáticas que ainda são tratados como polêmica.

Psicodélico como as diferentes personas criadas por Bowie, o filme consegue conquistar por sua imersão completa, por se deliciar com o universo criado pelo cantor. As falas de Bowie são questionamentos atuais, conversando sobre a bissexualidade, sobre a imagem de artistas, sobre se reconhecer em palco… é uma montagem de apenas alguns dos melhores momentos dele em cima do palco.

Bowie é elétrico, magnético, extremamente cativante com suas canções e momentos no palco. No fim, Moonage Daydream se destaca por seu uma homenagem ao nível que o cantor britânico merece, sendo responsável por algumas lágrimas, sorrisos e uma satisfação em saber que os familiares de Bowie aprovaram o que está nas telas.

Moonage Daydream estreia amanhã, 15 de setembro, nos cinemas brasileiros.

Nota:

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