Críticas | Mortal Kombat II

“Mortal Kombat II” estreia em 7 de maio nos cinemas brasileiros.

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Foto: Reprodução

Sabemos que adaptações de videogames estão em alta e, dependendo do gênero, são complicados de serem adaptados para as telonas. Aquelas produções que contemplam a jogabilidade de luta, por exemplo, sofrem por trazerem uma mecânica mirabolante que nem sempre é possível reproduzir com atores reais. Porém, com avanços, percebemos que estão buscando uma maneira de mesclar e continuar fiéis as obras originais.

Lançado em 2021, Mortal Kombat sofreu com as restrições ainda impostas pela pandemia de Covid-19. Apesar do sucesso de bilheteria na época e seu lançamento simultâneo no catálogo da HBO Max, não conseguiu atingir seu potencial – seja pelo enredo conduzido de forma bagunçada ou o período de lançamento. Assim, Mortal Kombat II promete ser algo bem mais exuberante para a audiência sedenta por ver os personagens queridos em tela de maneira mais completa.

Neste novo capítulo da adaptação do jogo, acompanhamos novos e antigos campeões que competem pelo futuro da Terra. Com nomes como Kitana (Adeline Ruldoph), Johnny Cage (Karl Urban), Jade (Tati Gabrielle), e retornos de Sonya (Jessica McNamee), Jax (Mehcad Brooks), Cole (Lewis Tan), Liu Kang (Ludi Lin) e Raiden (Hiroyuki Sanada), o longa-metragem busca encrementar a narrativa elevando o vilanismo de Shao Khan (Martyn Ford) e alguns capangas.

Enquanto o filme de 2021 focou em algo inédito e que construiu parte de uma nova mitologia, essa sequência decide trazer mais elementos da franquia, com locações e mais detalhes que serão especiais para os fãs. As sequências de lutas estão com um toque mais “jogável“, brutais e sangrentos, e a narrativa se concentra na narrativa próxima dos jogos com a competição e a escolha dos campeões.

Rudolph e Urban dividem o protagonismo deste longa-metragem, com Kitana se sobressaindo por tudo que envolve o seu arco. Já Johnny Cage conquista um espaço por ser falastrão e compreender a razão de ser escolhido para o torneio mortal. As duas personagens equilibram suas ações e são os catalisadores dos principais momentos do enredo.

O uso da trilha sonora dos jogos é excelente, novamente. Ao longo dos 116 minutos, o público mergulha nesse universo através da música tradicional e exibicional do longa-metragem escrito por Jeremy Slater. A direção de Simon McQuoid também permite esses momentos mais animadores, e o diretor australiano conseguiu amadurecer sua visão em relação ao filme de 2021.

Assim, Mortal Kombat II busca se aproximar mais dos jogos e trazer uma experiência mais de torneio. Rudolph e Urban são coprotagonistas com arcos bem mais potentes que o filme de 2021, com um enredo que se estabelece para um terceiro longa-metragem (que já está em desenvolvimento). O roteiro de Slater (conhecido por desenvolver The Umbrella Academy, Godzilla e Kong: O Novo Império e Calaveiro da Lua) mergulha nessa sentimentalismo das lutas elaboradoras e sangrentas, enquanto McQuoid tira proveito e amadurece seu ofício.

Mortal Kombat II estreia em 7 de maio nos cinemas brasileiros.

Nota:
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