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Resenhas | Unbreakable Kimmy Schmitd – 3ª temporada

Terceiro ano não é o mais inspirado, mas sabe explorar os personagens em novas possibilidades.

Reviews Kimmy Schmitd
Reviews Kimmy Schmitd

 

A terceira temporada da vida de Kimmy Schmitd após sair das mãos do Reverendo não foi a melhor. Porém, a série abre um leque de possibilidades para todos os personagens – sejam eles os novos ou os já conhecidos.

Jaqueline é um bom exemplo disso. Sua vida com os Snyders direciona para um lado que seria, no mínino, clichê. Entretanto, sua quebra de relacionamento com o Russ “melhorado” após o acidente de carro, a ajudou a progredir em um espaço que vá além de uma amizade bizarra com Lilian e Kimmy. Suas cenas com Tituss são incríveis e, apesar de exageradas, funcionam para ambos os persogens.

Lilian talvez seja o elo mais fraco do elenco. Sua participação cresceu no terceiro ano, mas ficou demais. Suas loucuras para salvar o bairro aumentam sem a necessidade e não acrescentam em uma história que conecta a todos.

Tituss, como sempre, rouba a cena. É fofo e condizente com o personagem deixar o Mikey experimentar novos relacionamentos. Até mesmo ele tenta, mas percebe que não sabe “desapaixonar” pelo construtor. Porém, sua história do cruzeiro poderia ser menos enrolada. A única coisa maravilhosa foi Maya Rudolph e sua interpretação como Dionne Warwick, onde poderia ter momentos mais explorados.

Kimmy sabe ser explorada. Suas interações sempre são bem colocadas e nunca saem muito do que é esperado. Colocar na cabeça que quer ser uma guarda de trânsito, passar pela faculdade e achar até um novo relacionamento amoroso, a ajuda sempre a perceber o mundo ao seu redor.

Tudo colocado por Tina Fey e Robert Carlock expressa a necessidade de expandir a vida dos personagens. Nem sempre funciona, mas há um belo esforço em tratar bem cada personagem.

 

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