Resenhas | X-Men: Fênix Negra

Dirigido por Simon Krinberg, “X-Men: Fênix Negra” consegue entregar algo simples e competente.

    Com Sophie Turner como a Jean Grey, filme consegue encerrar capítulo iniciado em “Primeira Classe”.

    Desde que o anúncio que a saga Fênix Negra seria a adaptação do sétimo filme da franquia X-Men, sempre houve a expectativa do que nunca foi em X-Men: Confronto Final (2006). Agora, mais de um década depois, Simon Krinberg entrega algo competente e simples para um encerramento da história da equipe dentro da 20th Century Fox.

    Com James McAvoy, Michael Fasbender e Jennifer Lawrence retornando como Professor Xavier, Magneto e Mística, respectivamente, X-Men: Fênix Negra busca contar algo familiar e próximo aos quadrinhos. Sem grandes enfeites, o longa-metragem desenvolve uma história dinâmica e que lida com temas conhecidos e estabelecidos desde X-Men: Primeira Classe (2011).

    X-Men: Fênix Negra entrega seu enredo rapidamente. A personagem de Jessica Chastain logo mostra suas intenções e que fará muito coisa para conseguir o desejado. Além disso, questões sobre o ego e o sentido de família são desenvolvidas para que encerrem a jornada no grupo.

    Sophie Turner brilha como Jean Grey. Ao lado de Kodi Smit-McPhee, Tye Sheridan e Alexandra Shipp, os personagens reapresentados em X-Men Apocalipse (2016) possuem as melhores cenas de ação. O jovem Noturno lembra um pouco a razão de tantos colocarem X-Men 2 (2003) como o melhor filme da franquia, enquanto Tempestade e Ciclopes lembram o que vimos em séries animadas.

    X-Men: Fênix Negra entrega um final bonito e inesperado para a equipe de heróis da Marvel. O longa-metragem não espera apagar toda a linha cronológica, mas encerrá-la. Mesmo que seja uma “linha do tempo” diferente, o filme deseja apenas completar a história de Primeira Classe e orgulhar seu público.

    Longe de ser o melhor filme já entregue pela 20th Century Fox, X-Men: Fênix Negra cumpre o que deseja. Krinberg mostra sua paixão pelos mutantes e pelo elenco que teve em mãos – além da disposição dos atores.

    Por fim, X-Men: Fênix Negra é um bom momento para celebrar o relacionamento entre Scott e Jean; da amizade entre Erik e Charles; e como a Escola Charles Xavier para Jovens Superdotados está com o futuro em aberto e cheio de possibilidades.

    X-Men: Fênix Negra estreia em 6 de junho nos cinemas brasileiros.

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