Resenhas | Veep – 6ª temporada

Uma história completa em apenas 10 episódios.

Série ainda é uma das melhores comédias
    Série ainda é uma das melhores comédias

     

    Selina Meyer está de volta. A sua jornada na sexta temporada de Veep é uma história completa. Começa em um momento e encerra praticamente neste mesmo momento.

    Toda a trajetória começa com o livro, a biblioteca (que tem tantos apoios que se perde, assim como a mulher por trás do nome) e o retorno a presidência. Julia Louis-Dreyfus mostrou o quão confortável está no papel de Meyer e sua equipe, junto com Jonah Ryan em seu momento mais incrível dos últimos anos, conseguem mostrar que há caminhos bizarros ainda a percorrer.

    Meyer nunca ligou muito para Catherine e isso se evidencia em toda a temporada. O pequeno surto de Gary em sua festa de aniversário mostra que o personagem não é somente uma capacho de Selina. Dan se aproxima de uma piada do próprio sistema. Em uma breve conclusão, os personagens se exaltam e completam detalhes que percebemos ao longos dos anos.

    Veep continua uma das melhores comédias da atualidade. As insanidades políticas mundiais não são páreo para o que Meyer enfrenta e procura. Nesta temporada, o grande triunfo de ter crédito pela liberação do Tibete a glorifica. Em momentos pequenos, sua humanização é explorada e sua viradas são emblemáticas.

    HBO e o showrunner não afirmam, mas sabemos que a jornada de Meyer está chegando ao final (seja na próxima temporada ou alguma depois), mas sua genialidade não se abala – apenas perceber o quão bem feito e escrito foi o último episódio da temporada, explorando momentos preciosos da carreira política e vida pessoal de Meyer.

    Apenas devemos esperar, com ansiedade, o restante da jornada de Selina e seu embate com Jonah na próxima temporada.

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