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Resenhas | Stranger Things – 3ª temporada

Terceira temporada de “Stranger Things” é maior, mais visceral e melhor.

Temporada estabelece novos riscos para os protagonistas.

A terceira temporada de Stranger Things, lançado no último dia 4 de julho, tem um objetivo: mostrar que está muito maior que as temporadas anteriores.

Com um cenário colorido, todo ambientado no verão de 1985, a produção dos irmãos Duffer cresce ao mostrar que as crianças agora são adolescentes e que não é apenas o governo americano interessado no portal fechado na temporada passada.

As histórias que se cruzaram, criaram dinâmicas interessantes. As presenças de Erica (Priah Fergunson) e Robin (Maya Hawke) foram bem exploradas, deixando-as confortáveis nos papéis desempenhados.

Enquanto Will (Noah Schnapp) está em um processo de amadurecimento, seus amigos mostram que atingiram a adolescência, se preocupando com relacionamentos amorosos e menos com D&D. Mesmo assim, ao longo dos oito episódios, a amizade entre ele, Mike (Finn Wolfhard), Eleven (Millie Bobby Brown), Lucas (Caleb McLaughlin), Max (Sadie Sink) e Dustin (Gaten Matarazzo) acaba se fortalecendo com a ameaça que os cerca

Mesmo sem um grande destaque, Karen Wheeler (Cara Buono) esta nessa temporada para além de ser mãe de Nancy (Natalia Dyer) e Mike. Seja com sua história com Billy (Dacre Montgomery) e até um momento incrível entre mãe e filha, Karen finalmente se posiciona além do apresentado nas temporadas passadas.

Montgomery, aliás, se destaca pela atuação nesta terceira temporada. Mesmo sem uma redenção completa, seu personagem conseguiu crescer dentro dos episódios. Uma cena específica no quarto episódio, traz uma ótima interação com Sadie, por exemplo.

Winona Ryder e David Harbour continuam ótimos como Joyce Byers e Jim Hopper. A dinâmica entre os dois é fortalecida e explorada, seja de forma romântica ou teimosia. Murray Bauman (Brett Gelman) também volta como um dos melhores personagens já apresentados. Suas conspirações e interesses malucos, provam que há mais a ser explorado.

A terceira temporada de Stranger Things não tem medo de ser nojenta, visceral. A produção explora mais ainda o poder do Devorador de Mentes, até mesmo nos momentos finais do ano, abraçando um lado Alien que não tinha feito anteriormente – e muito esperado.

É fato que Stranger Things está se tornando mais corajosa ao longo dos anos. Um dos melhores projetos atuais da Netflix, a série avança em uma ascensão ao êxtase total, possivelmente acabando onde Matt e Ross Duffer desejam.

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