Queridinha da crítica e do público, Stranger Things estabeleceu novos relcionamentos na segunda temporada.

Ambiciosa, segunda temporada de Stranger Things elevou a mitologia, o terror, e a ficção-científica.

Queridinha da crítica e do público, Stranger Things estabeleceu novos relcionamentos na segunda temporada.
Queridinha da crítica e do público, Stranger Things estabeleceu novos relcionamentos na segunda temporada.

A segunda temporada de Stranger Things não decepciona. A série, que se tornou queridinha do público e da crítica, amadureceu e trouxe novidades em seus personagens já estabelecidos e em suas novas adições ao elenco.

Cheia de ambições, os irmãos Duffer aprofundaram a mitologia, o terror e a ficção-científica. Mostraram que, mesmo um ano depois, há conexão em tudo mostrado nos primeiros oito episódios da série.

Os personagens “antigos” foram explorados em novas situações e relacionamentos. Noah Schnapp, interprete do Will, consegue mostrar tudo que estava encaixotado na primeira temporada. Em suas cenas com Charlie Heaton (Jonathan), Winona Ryder (Joyce), Sean Astin (Bob) e os meninos, o jovem garoto explora a personalidade de seu personagem.

A dupla formada por David Harbour (Jim Hopper) e Milie Bobby Brown (Eleven) não é algo totalmente inesperado, mas satisfatória em todos os confrontos. Em cenas fora de Hawikins, Eleven consegue seu destaque e mostra que amadureceu. Os momentos do sexto episódio e o sétimo episódio, em que conhecemos mais sobre o passado de Eleven e um outro experimento, podem não entrar no hall dos favoritos, mas são essenciais para a história.  Saber, por exemplo, que os poderes são variados, explora um pouco do que acontecia dentro do laboratório.

Steve (Joe Kerry) foi o personagem que mais evoluiu da primeira temporada para a segunda. Mesmo com sua relação fadada ao fracasso com Nancy (Natalia Dyer), consegue estabelecer uma relação de irmão com Dustin (Gaten Matarazzo) e de protetor com as crianças no episódio final. Seu confronto com Billy (Dacre Montgomery) mostra que deseja protegê-los, mesmo com poucas cenas juntos.

O pequeno triângulo amoroso entre Lucas (Caleb McLaughlin), Dustin e Maxine (Sadie Sink) é fofo e que poderá render algo diferente em próximas temporadas.  A amizidade entre Mike (Finn Wolfhard) e Will foi um dos destaques. A cena após a saída do Halloween e quando há a tortura para que o Monstro das Sombras saia do jovem Byers, são duas cenas poderosas e mostra que o relacionamento dos dois é algo próximo ao fratenal.

A segunda temporada eleva as expectativas já levantadas ao final do primeiro ano. Sabendo que há a possibilidade real da renovação – e que Matt e Ross Duffer desejam, pelo menos, quatro anos para a série -, podemos esperar algo que será grandioso, como mostrado na cena que encerra o novo ano da série da Netflix.

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