Resenhas | Sherlock – The Lying Game

Série trouxe seu melhor vilão desde de Moriarty (e não apenas aquele que sabíamos).

A incerteza da quinta temporada permanece e não há respostas sobre (apenas que Eurus, Moriarty e Smith foram criados de forma brilhante e que mexeram com o psicológico do grande detetive).
    A incerteza da quinta temporada permanece e não há respostas sobre (apenas que Eurus, Moriarty e Smith foram criados de forma brilhante e que mexeram com o psicológico do grande detetive).

     

    O segundo episódio da quarta temporada de Sherlock trouxe um novo vilão para o detetive. Com surpresas interessantes, conclusões, de alguma forma, foram estabelecidas e conseguiu desenvolver a amizade entre Sherlock e John.

    A forma que o episódio foi construído foi magnífica. Começando com a sessão terapêutica de Watson, passando para três anos atrás com Smith falando sobre seu plano e com Sherlock e sua cliente nova, até o momento em que o detetive mostrou que sabia de todos os passos de John, a narrativa foi linear e bem feita.

    Sherlock está se degradando. Usando abusivamente das drogas, seu pensamento está rápido demais, porém não consegue expressar na hora. A culpa que sente pela morte de Mary é explícita e o afastamento de John não faz bem. Senhora Hudson, em sua melhor performance, se mostra a caridosa que sempre foi com ele e preocupou-se suficientemente para desgovernar seu carro – com instruções de Sherlock – em frente ao consultório da nova terapeuta de Watson.

    John sofre e ouve Mary. Sua confissão no final sobre a traição – que só ficou nas mensagens, porém ele queria mais – demonstra que ele sofreu. Somente no final ele ficará com Rosie e sente-se confortável com a pequena. Seu relacionamento do Mycroft não é um dos melhores, ainda mais por ele saber que tudo é sobre Sherlock.

    Culverton Smith, interpretado de forma incrível Toby Jones, é um personagem peculiar. Um assassino que confessa seus assassinatos para os suas vítimas no momento de suas mortes, e que demonstra sua frieza ao testar a droga que utiliza em seus procedimentos em sua própria filha. Ele domina a arte da manipulação por isso, e acredita no que faz.

    Após mostrarem um Sherlock em uma cama de hospital, e Smith ter confessado como mata e que o detetive seria sua próxima vítima, a inteligência dele não sai dele, mesmo em seus estados mais baixo. Entretanto, também mostrou que as drogas o afetaram.

    Durante todo o episódio, perdurou a ideia de um terceiro Holmes. “O irmão perdido”. Mycrof fala sobre com a chefe de segurança que analisa os passos de Sherlock, o detetive lembra de sua infância, e a pergunta sobre um Sherrinford foi feita em diversos momentos. Ao final, revelou-se que tudo era apenas mais um capítulo do “Miss Me?”.

    A terapeuta de Watson é a moça do ônibus que ele traiu Mary, que na verdade não é terapeuta, e que revelou ser Eurus Holmes, irmã mais nova de Sherlock e Mycroft. A personagem não aparece em nenhuma história de Sir Arthur Conan Doyle, mas ela será a grande vilã da quarta temporada.

    O episódio trouxe, com cuidado, a volta (sem ser física) de Irene Adler, o grande interesse amoroso de Sherlock. Estabeleceu, também, um certo romance – ou uma grande enrascada para Mycroft -, e um momento para Watson crescer e ser o que Mary sempre acreditou que ele fosse.

    Na próxima semana irá ao ar o episódio The Final Problem, o último da temporada. A incerteza da quinta temporada permanece e não há respostas sobre (apenas que Eurus, Moriarty e Smith foram criados de forma brilhante e que mexeram com o psicológico do grande detetive).

     

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