Sequência consegue ser assistida por aqueles que não assistiram nenhum outro filme sobre a raça alienígena e para fãs.

Shane Black consegue utilizar bem o 3D.
Shane Black consegue utilizar bem o 3D.

Ficções-científicas é uma grande paixão do público nerd. Seja algo novo ou diversas sequências, o gênero se espalha e mostra que batalhas intergaláticas, raças alienígenas e naves especiais fazem parte do imaginativo e sabe qual o espaço ocupa.

O Predador sabe o público que irá agradar. Com suas cenas cheias de tiros, sangue e correria, a nova sequência da raça alienígena se destaca por servir bem como introdução àqueles que não assistiram os outros longa-metragens e para quem gosta das histórias. Mais que isso, o filme pula de cena de ação para cena de ação, sem dar muitas explicações, porém com momentos explicativos suficientes.

Estrelado por Boyd Holbrook, Jacob Tremblay, Olivia Munn e Sterling K. Brown, o longa-metragem se estabelece como um futuro fan favorite. Há confrontos entre todos os personagens e todos conseguem ser agradáveis.

O enredo não enrola e é apresentado logo no início, com algumas surpresas interessantes e que trazem novidades (não muito ao gênero, mas a história). Um humor rápido – principalmente no esquadrão formado pelo personagem de Holbrook – consegue deixar o ar menos tenso.

A direção de Shane Black é estranhamente interessante, com a utilização certa de efeitos visuais e especiais. Explosões existem e são bem-feitas, com uma boa utilização do 3D.

O Predador estreia dia 13 de setembro no Brasil, com classificação indicativa de 18 anos.

 

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