Nova série da Netflix traz elementos de horror e busca sair da imagem criada no seriado do começo de 2000.

Com Kiernan Shipka interpretando a bruxa, série faz questão de honrar o gênero.
Com Kiernan Shipka interpretando a bruxa, série faz questão de honrar o gênero.

É muito correto afirmar que, na cabeça da maioria das pessoas, a Sabrina, Aprendiz de Feiticeira que conhecemos é a de Melissa Joan Hart, interprete da personagem na série que durou de 1996 e 2003. Quando Robeto Aguirre-Sacasa resolveu trazer a bruxa novamente à TV, o público não poderia receber algo melhor.

O horror está presente, firme e forte nos oito episódios divulgados a impressa pela Netflix. A série O Mundo Sombrio de Sabrina não tem medo de trazer criaturas horripilantes e elementos que lembram O Exorcista O Bebê de Rosemary, como a própria descrição dizia.

Kiernan Shipka traz a inocência no mundo mágico e a intenção de derrotar o Lorde Sombrio.  O restante do elenco consegue entregar performances ótimas, tornando os personagens carismáticos, mesmo que estejam querendo o mal da protagonista.

O interessante da história é que, além de introduzir Sabrina ao mundo bruxo e ela questionar atos de séculos atrás, a personagem principal consegue ter um vida em Baxter High, com o namorado e as amigas. Mais ainda, mostra que todos em Greendale possuem passados conectados com a comunidade bruxa.

Independente que não tenha o Salém falante ou cores vibrantes como a série de Melissa Joan Hart, O Mundo Sombrio de Sabrina ainda faz questão de trazer temas importantes para a sociedade atual e uma Sabrina questionadora e com convicção de suas escolhas.

A adaptação é, no fim, uma grande homenagem ao gênero. Roberto Aguirre-Sacasa e a produção de Greg Berlanti fazem questão de mostrar isso em cada episódio.

 

 

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