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Resenhas | Meio Irmão

Ganhador da Mostra de SP de 2018, “Meio Irmão” estará em alguns cinemas a partir de 5 de março.

“Meio Irmão” é o primeiro longa-metragem de Eliane Coster.

É sempre uma escolha difícil retratar histórias que parecem novas e que atraiam o público a questionar existências dentro de grandes cidades. Eliane Coster, diretora de Meio Irmão, busca trazer isso para o espectador.

A história de Sandra (Natália Molina), adolescente de 16 anos, precisa se virar por completo após o desaparecimento da mãe. Com relutância, precisa ir atrás do meio-irmão distante Jorge (Diego Avelino), que também enfrenta seus próprios problemas ao gravar uma agressão homofóbica e começa a sofrer ameaças.

Natália e Avelino conseguem demonstrar uma química interessante ao viveram em realidades diferentes dos irmãos. Enquanto Sandra é irritada e agressiva (por circunstâncias da vida), Jorge sempre teve o carinho do pai e está se conhecendo no mundo.

Em 82 minutos, Meio Irmão traz uma história singela e sobre aproximação. Comentar sobre assuntos como homofobia e pai ausente acrescentam a narrativa e engrandecem o longa-metragem.

Porém, há alguns detalhes que precisam ser trabalhados e que foram colocados de forma equivocada no roteiro. É certo que esses detalhes seriam melhores trabalhados com alguns minutos adicionais.

Ganhador da 43ª Mostra Internacional de Cinema da São Paulo, Meio Irmão estreia em cinemas selecionados em 5 de março.

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