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Resenhas | Luta por Justiça

“Luta por Justiça” estreou hoje, 20 de fevereiro, nos cinemas brasileiros.

Michael B. Jordan e Jamie Foxx estrelam os filmes.

Produções audiovisuais gostam de explorar algumas histórias. No caso de Luta por Justiça, novo filme da Warner Bros. Pictures, o sistema carcerário americano e o racismo de suas instituições são a narrativa.

Inspirado em uma história verídica, o filme escancara, assim como a minissérie Olhos que Condenam (Netflix), como a força policial e a justiça americana ainda são reféns de políticas sujas e cheias de corrupção.

Michael B. Jordan interpreta um jovem advogado, formado em Harvard, que deseja lidar com pessoas no corredor da morte e que não receberam um julgamento adequado.

Jamie Foxx vive Walter “Johnnie D.” MacMillian, um homem que foi colocado injustamente atrás das grades e no corredor da morte no Alabama.

Entre outros personagens que conhecemos nos 137 minutos de Luta por Justiça, estão pessoas que foram colocadas para receberam a cadeira elétrica como punição apenas por “parecerem” suspeitos e soldados de guerra que nunca receberam um tratamento adequado para estresse pós-traumático e outros problemas desenvolvidos pela situação que viveram.

Em todos os casos, o personagem de Jordan mostra, já na década de 1990, o racismo instaurado no sistema e como lugares confederados ainda se portam nessas situações. Precisou receber destaque nacional para que casos parecidos se tornassem públicos e recebessem apoio da população.

O filme da Warner Bros. Pictures não deseja ser apenas um filme biográfico, mas algo a ser lembrado e que faça as pessoas questionarem

Luta por Justiça estreou nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, nos cinemas brasileiros.

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