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Resenhas | Fuller House – 2ª temporada

A nostalgia esteve mais presente do que nunca.

Fuller House não traz nada novo. Ainda está ali pela nostalgia e por ser algo leve de assistir.

Fuller House não traz nada novo. Ainda está ali pela nostalgia e por ser algo leve de assistir.

 

Se há algo que Fuller House trouxe na primeira temporada e continuou em seu segundo ano, foi a nostalgia. Com uma sinopse parecida com a série mãe, a nova temporada conseguiu sair um pouco desta necessidade de trazer somente a nostalgia.

D.J. finalmente escolheu entre Matt e Steve. Antes, porém, teve que presenciar as novas namorados dos homens que está dividida. Não durou muito o suspense, e logo sabíamos que ela estava com Matt.

É interessante ver que, mesmo feliz ao lado de Matt, D.J. não sabe ficar sem Steve. A parcela do passado ainda mexe com ela, tanto que ajuda a propôr C.J. em casamento.  O episódio da Reunião da Escola mostra como ainda há faíscas entre os antigos namorados e que, mesmo felizes, há sentimentos que precisam ser falados.

Com os filhos, a série acerta em falar sobre “Uma criança pode mudar o mundo” com o jovem Max. Também há um ponto em trazer uma namoradinha para ele, e mostrar que ele sabe “mais” que o irmão no quesito amor.

Jackson evolui, principalmente em sua relação com Ramona. Os dois começam a se entender como irmãos e se ajudam como tal. Enquanto Jackson tem a certeza que está em um bom momento com Lola, Ramona tem seu primeiro coração partido.

Kimmy e Fernando estão corretos e fazendo o trabalho que precisam. São pais incríveis quando precisam, e extramente fora do comum quando querem. Stephanie cresceu e começou a namorar, mesmo sem entender, um Gibbler. Trazer, finalmente, um outro membro da família de Kimmy é sensacional.

Há uns momentos fofos e, no último episódio, entre a conversa entre Steph e Becky sobre adoção, até eles conversarem sobre isso, mesmo que em um estágio inicial do relacionamento, traz uma sensação de realismo.

O resto da família fazem participações pontuais e certeiras. O mais incrível é ver Danny em uma crise, Becky e Jesse em uma briga sobre adoção – que termina de forma fofa e cheia de lágrimas -, e conhecermos, finalmente, a família de Joey.

Fuller House não traz nada novo. Ainda está ali pela nostalgia e por ser algo leve de assistir. A Netflix sabe que há um bom produto e que não será facilmente esgotado.

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