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Resenhas | Doutor Sono

Sequência de “O Iluminado”, filme estreia em 7 de novembro no Brasil.

Longa-metragem é adaptação do livro de Stephen King.

O poder de storytelling de Stephen King é inegável. Com histórias envolventes e que vão além do terror, suas obras fazem parte integral do audiovisual. Em Doutor Sono não é diferente.

Escrito e dirigido por Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill), Doutor Sono é a adaptação do livro de King lançado em 2013 e, também, sequência de O Iluminado (1980).

Com Ewan McGregor interpretando Danny Torrence, o filme foca bastante em demônios pessoais e “iluminados” que se assemelham bastante a mitologia de vampiros. Com um jogo de gato e rato, de caça e caçador, o longa-metragem se molda em três sequências para trazer um novo elemento ao universo de King.

Rebecca Fergunson é interessante como Rose the Hat. Introduzida logo no início do filme, a personagem se destaca por seu poder de sedução. Os outros do Nó Verdadeiro impressionam por serem descartáveis na maioria das cenas.

A surpresa, no entanto, fica com a novata Kyliegh Curran. Interpretando Abra, uma “iluminada” de 13 anos que consegue contactar Danny há milhares quilômetros de distância. Uma química genuína entre a atriz, McGregor e Rebecca ajuda na história, mas não consegue segurar completamente o enredo confuso e, por vezes, cheios de explicações.

O longa-metragem se embaralha em três atos. Entre uma homenagem óbvia ao projeto de Stanley Kubrick e, também, ajustando sua linha do tempo para que honre o trabalho de King – que não é fã da adaptação de 1980 -, o filme se torna cansativo e demasiadamente extenso.

No fim, Doutor Sono consegue ser um bom projeto para os fãs do suspense, mas se mistura em outros gêneros para agradar ao novo público.

Doutor Sono estreia em 7 de novembro nos cinemas brasileiros.

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