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Resenhas | Dora e a Cidade Perdida

“Dora e a Cidade Perdida” estreia em 14 de novembro no Brasil.

Isabela Moner interpreta a jovem exploradora.

A adaptação em live-action de Dora, A Aventureira surpreende. Abraçando o absurdo e atrações comuns dentro da série animada, Dora e a Cidade Perdida se destaca por lidar de forma sincera sobre crescer.

Com Isabela Moner interpretando a protagonista, o filme mostra Dora em busca da cidade inca mística de Parapata, um lugar banhado a ouro. Porém, seus pais decidem que a adolescente precisa entender o que é a cidade, criar amizades e ela passa a morar com sua avó, tios e o primo em Los Angeles.

Logo, mostra que sua jornada não será fácil. Seu otimismo e inteligência assustam seus colegas e situações adversas mostram que a vida adolescente não é moleza. Tudo se intensifica quando ela, seu primo e dois colegas acabam sequestrados por mercenários que buscam Parapata e sabem que os pais de Dora já descobriram a localidade da cidade.

A química entre o quarteto principal, além dos adultos, é boa. Jeff Wahlberg, Madeleine Madden e Nicholas Combe se destacam em momentos individuais e podem ser chave para possíveis continuações na Nickelodeon.

Dora e a Cidade Perdida quebra a quarta-parede, traz músicas chicletes e momentos que serão identificáveis para crianças que conhecem a série animada. Mesmo previsível, o filme consegue divertir e trazer questionamentos interessantes para seu público.

A Nickelodeon acerta em trazer seu projeto para o cinema. Dora e a Cidade Perdida é divertido e que irá ser uma grande surpresa para seu público.

O filme estreia em 14 de novembro no Brasil.

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