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Resenhas | Coisa Mais Linda – 1ª temporada

Série explora o papel da mulher na sociedade no fim da década de 1950.

Com ares de novela, a série brasileira explora temas que estão em alta na sociedade.

Coisa Mais Linda, a nova produção brasileira da Netflix, sabe o público que deseja atingir e qual a sua necessidade na atualidade. Antes de ser uma série ambientada na década de 1950, a série é para questionar a sociedade.

Com Maria Casadevall, Pathy Dejesus, Fernanda Vasconcelos e Mel Lisboa como protagonistas, Coisa Mais Linda consegue explorar a história da mulher em busca de independência, o feminismo branco e negro, e, principalmente, o mundo machista.

É fato que há um ar novelesco nas questões de enredos e como assuntos são tratados. Ainda assim, estar em uma plataforma por steraming permitiu que Coisa Mais Linda se abrisse a uma possibilidade de tratar situações explicitamente.

Abordar temas como a violência doméstica, a maternidade solitária, os ambientes profissionais cheios de homens, trazem algo que ainda assombra mulheres brasileiras. A reprodução de falas que ainda são ouvidas nas ruas, em pleno 2019, mostra que o tanto de avançamos ainda está em estágios iniciais. Coisa Mais Linda funciona como um alerta embalado por bossa nova.

Mesmo terminando em um gancho e com possibilidades em aberto para uma segunda temporada, Coisa Mais Linda poderá se aproveitar de diversos momentos e criar enredos que vão além dos ares novelescos – que jamais será algo ruim para o público brasileiro. A narrativa conhecida estabelece para agir de forma rápida na audiência.

Sete episódios foram o suficiente para se apaixonar por Maria Luiza, Adélia, Lígia e Thereza. Mulheres em busca de independência e de amor-próprio, criando laços de amizades e sororidade. Coisa Mais Linda chegou mostrando sua importância e que qualquer hora é momento para falar sobre tudo que que aborda.

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