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Resenhas | Alita: Anjo de Combate

Resenhas | Alita: Anjo de Combate

Com produção de James Cameron, filme baseado em mangá traz boas cenas de ação.

Rosa Salazar interpreta a personagem-título.

Alita: Anjo de Combate é algo inédito em produções de Hollywod: não precisou ocidentalizar algo baseado na cultura nipônica.

Dirigido por Robert Rodriguez (Sin City; Pequenos Espiões), a trama baseada na obra de Yukito Kishiro  é envolvente, com boas cenas de ação e um ótimo espaço para apreciar o cyberpunk e distopias.

Rosa Salazar interpreta a jovem Alita, uma ciborgue que chega, sem memória, nas mãos de Dr. Ido (Christopher Waltz). No mundo pós-apocalítico, onde o objetivo de muitos é chegar até Zalem, Alita descobre que é mais que aparenta e tem um passado muito maior do que imaginou.

A produção de James Cameron consegue fazer jus ao uso de tecnologia 3D, IMAX e tantas outras plataformas novas. Com cenas de ação envolventes e bem coreografadas, Alita: Anjo de Combate mostra além de lutas terrestres e treinamentos espaciais.

Um dos destaques é o uso do Motorball, esporte ficcional que aparece somente no terceiro e quarto volume do mangá de Kishiro. As cenas envolvendo o esporte violento são impactantes e extasiantes.

O uso do vilão é interessante. Nova (Edward Norton) quase não aparece e é uma figura onipresente (algo que talvez seja mais explorado em uma possível sequência). Mahershala Ali e Jennifer Connely poderiam ser melhores aproveitados, mas funcionam no contexto colocado pelo roteiro.

Algo que desagradou foi o romance. Colocado de forma rápida, e deixando Alita presa aos sonhos de Hugo (Keean Johson), os adolescentes formam o único problema real do longa-metragem, ao apressar algo que deve ser tratado com mais cuidado.

Alita: Anjo de Combate chega em 14 de fevereiro do Brasil. O filme é uma distribuição da 20th Century Fox.



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