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Resenhas | Ad Astra – Rumo Às Estrelas

Dirigido por James Gray, filme será lançado em 26 de setembro no Brasil.

Brad Pitt estrela o filme.

Há uma afeição ao assistir Ad Astra – Rumo Às Estrelas. Mesmo ambientado em um futuro próximo, quando já há bases na Lua e em Marte e a busca por inteligência fora da Terra continua, o filme é sobre isolamento.

Com Brad Pitt como protagonista e produtor, o longa-metragem se destaca por narrações em voice-over para mostrar a estabilidade emocional de Roy McBride, um astronauta que seguiu os passos do pai, mesmo ameaçando sua vida amorosa e indo em direção contrária do que apresenta.

O enredo começa quando a Terra é atingida por raios de energia, ameaçando a humanidade. O Major McBride é uma das vítimas, e é informado que o pai, que desapareceu há décadas durante uma expedição a Netuno para encontrar outros seres vivos, pode estar por trás dos raios de energia.

Recheado de cenas mostrando a beleza do espaço e close ups em Pitt, Ad Astra – Rumo Às Estrelas se mostra ambicioso ao buscar uma história entre pai e filho, além da jornada espacial. As cenas entre Pitt e Tommy Lee Jones são belas, com diálogos que mostram a verdadeira razão de ambos os personagens estarem ali e o questionamento sobre lar, isolamento e sua própria verdade.

James Gray, diretor e corroteirista do projeto, namora algo belíssimo, mesmo com uma narração lenta que acaba atrapalhando ao longo dos 124 minutos. A fotografia, cheia de desfoques e planos em primeira-pessoa, é um triunfo a parte. Flertando entre gêneros, Ad Astra se permite a abraçar o encantador e o emocionante, sem presunção e a história de um personagem só.

Ad Astra – Rumo Às Estrelas é distribuído pela 20th Century FOX, e estreia em 26 de setembro no Brasil.

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