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Resenhas | 3% – Terceira temporada

Atração continua sua história distópica, mostrando o lado cru do ser humano.

Terceira temporada se destaca por sua mitologia expandida.

A primeira produção brasileira da Netflix, 3% continua como um projeto ambicioso e que deseja explorar ao máximo o potencial de sua história.

Com o foco nas interações humanas, a terceira temporada de 3% introduz a Concha, um espaço dedicado a todos. Utilizando a tecnologia do Maralto, Michele (Bianca Comparato) conseguiu trazer a ideia introduzida ainda na segunda temporada.

Os oito episódios que compõe a terceira temporada são dinâmicos, com cenários exuberantes (Brumadinho – MG, Dunas das Rosas – RN, como exemplos) e com diálogos potentes. 3% mantêm o uso de flashbacks para mostrar o Casal Fundador e também passados de alguns personagens.

Dessa vez, a série brasileira da Netflix mostra que há uma guerra muito maior para acontecer. Destacando os humanos e como funcionam realmente sob pressão, os roteiristas se preocuparam em trazer algo além do distópico e do conhecido. A terceira temporada mostra algo cru, com falhas, desejos e ambições.

Além disso, o elenco continua com ótima química. Laila Guarín se destaca como a Comandante Marcela, explorando as emoções de uma personagem que gosta de se passar por insensível. Personagens novos também engrandecem o que conhecemos.

3% mostra, novamente, um amadurecimento. Seja explorando sua mitologia ao máximo ou trazendo rumos interessantes, a produção brasileira demonstra seu potencial e que deseja ser além de algo distópico.

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