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Críticas | Ghostbusters: Mais Além

“Ghostbusters: Mais Além” estreia em 18 de novembro nos cinemas brasileiros.

Filme é dirigido por Jason Reitman. (Foto: Reprodução)

O legado é algo difícil a ser continuado. Em franquias como Os Caça-Fantasmas, iniciado em 1984, fãs desejam que a fórmula seja mantida e que a essência permaneça, buscando sempre alimentar a nostalgia presente em suas veias.

Em Ghostbusters: Mais Além, filme dirigido por Jason Reitman, podemos perceber que esse é o desejo proeminente das mais de 120 minutos de longa-metragem. Além de ter o toque de Ivan Reitman, diretor dos filmes originais e pai de Jason, a sequência é para apresentar os personagens para uma nova geração, que pode desconhecer sobre os Caça-Fantasmas.

No filme, Carrie Coon interpreta Callie, mãe solteira que se muda com os dois filhos adolescentes para uma cidade interiorana de Oklahoma após a morte repentina do pai que a abandonou quando criança. Logo, os jovens descobrem os mistérios do avô e também da cidade, que esconde um terrível mal prestes a ser solto.

McKenna Grace assume a posição de líder como Phoebe. Fanática por ciência, a adolescente é a “esquisita” da turma, com roupas desatualizadas e com problemas de se enturmar. Finn Wolfhard (Stranger Things) interpreta Trevor, irmão mais velho de Phoebe, e é mais sociável que a irmã mais nova. Ao lado de Podcast (Logan Kim) e Lucky (Celeste O’Connor), tentam completar a missão do avô e prender os espíritos para sempre.

Cheio de referências aos filmes originais — e participações especiais —, Ghostbusters: Mais Além é uma homenagem e, também, sobre legados. É uma carta de amor para o que Os Caça-Fantasmas representam e o que podem representar no futuro. Com espaço para uma nova sequência, o filme deseja espalhar a palavra e fazer o “Who you gonna call?” ser ouvido constantemente novamente.

Mesmo desnecessária (como a maioria das sequências de Hollywood), Ghostbusters: Mais Além pelo menos se esforça em ser algo memorável para os nostálgicos e ser apresentado de forma moderna para uma nova geração. As cenas são interessantes, o humor funciona e os efeitos visuais conversam com o que conhecemos na década de 1980, enquanto se atualiza para as novas tecnologias.

De qualquer maneira, o filme estará presente no imaginário das pessoas e concluirá uma história escrita em 1984 e 1989 (e 1991 se contarmos o video-game). Ghostbusters: Mais Além abre portas para o futuro com uma nova geração, explorando algo que conhecemos no reboot de Paul Feig, em 2016, e lembrar do legado estabelecido há tantas décadas.

Ghostbusters: Mais Além estreia em 18 de novembro nos cinemas brasileiros.

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